O que está no lixo?

Em cada lata, há uma coleção de arquivos autorais que estavam guardados, em diferentes suportes analógicos e digitais, às vezes há dezenas de anos, às vezes há apenas alguns meses. Todos caminhavam resolutamente rumo ao esquecimento. Talvez esse fosse, no final das contas, seu melhor destino, mas a rotina da pandemia, com seu tempo alongado, me fez pensar sobre a relatividade das avaliações passadas e presentes do meu trabalho autoral. Assim, fiz uma coleta inicial em maio de 2020 e, pouco a pouco, vou atirando mais coisas nas lixeiras. Hoje, as latas contêm o seguinte:

(1) Literatura

  • 1 arquivo arqueológico de minha infância
  • 9 contos
  • 1 novela

(2) Cinema e Televisão

  • 1 argumento inédito (longa ou série de TV)
  • 1 roteiro inédito para curta-metragem
  • 4 roteiros de curtas já filmados
  • 3 roteiros de longas já filmados

(3) Internet

  • 9 textos da série “Meus Mestres Malditos”, publicada no Facebook
  • 1 texto avulso publicado no Facebook

(4) Textos variados

  • 3 textos acadêmicos publicados em revistas
  • 4 textos jornalísticos publicados no Correio do Povo

(5) Fotografia

  • 1 conjunto de fotos da banda Os Replicantes
  • 1 conjunto de fotos de espetáculos em Porto Alegre
  • 2 conjuntos de fotos de Porto Alegre nos anos 1970 e 1980

(6) Música

  • 1 gravação rara dos Replicantes
  • 7 letras inéditas
  • 2 originais de letras em construção
  • 4 músicas para trilha de cinema
  • 1 link para curta-metragem

(7) Teatro

  • 1 peça teatral